MULHER PODEROSA - A MULHER, A EMPRESA DO HOMEM (SEU) E A DESCOBERTA – Por Nívio Terra (*)

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Ressalto fato do conhecimento geral, ao qual, no entanto, nunca foi dada muita atenção.

A Mulher sempre procurou se manter afastada das atividades laborais do Homem (seu). Achava que o trabalho

dele, era coisa dele.

E estava certa.

Afinal, o Homem se sente útil ao

dedicar-se a uma atividade própria, tendo total responsabilidade sobre o que faz.

E mais, ainda, quando é incentivado por sua Mulher!

Ela, do seu lado, preferia cuidar da casa, como verdadeira administradora do lar.

E sempre se comprovou que isso dava certo.

Às vezes, no início da empreitada do Homem (seu), dava alguma ajuda, o que usualmente cessava ao perceber o crescimento da empresa e o aumento dos misteres caseiros.

ENTÃO, A DESCOBERTA.

A situação econômica mundial alterou-se. Os homens foram sendo mais exigidos.

A dança dos empregos, ou melhor, a falta de trabalho tornou-se um fato visível.

E nem sempre estavam à altura do que lhes era solicitado nas atividades empresariais.

Da mesma forma, tocar um negócio tornou-se mais complicado.

Frente a tais mudanças, a Mulher sentiu-se impelida para enfrentar o trabalho fora do lar, pois com sua aguçada percepção, entreviu as dificuldades pelas quais o chamado dono da casa andava passando. Com isso, acabou mostrando dar conta do recado, ao tempo em que encontrava mercado ávido para a

sua eficiente mão-de-obra, nos vários setores da economia.

De pronto, grande contingente de mulheres, empreendedoras natas, acrescentou forças à incumbência de

administradora do lar,

também em decorrência da sua nova concepção de liberdade individual,

contribuindo tanto para ajudar na renda familiar, como para proveito próprio. E começou a ter jornada dupla:

- labutando em casa, atuando como

administradora do lar, e

- trabalhando em alguma atividade rentável, em negócio próprio ou de terceiros, como efetiva

empreendedora.

‘Nota-se que o trabalho da esposa ou companheira vem se incrementando na sociedade moderna, deixando de ser mera

figura decorativa, mesmo quando integrante no

contrato jurídico, como sócia’,

já consignei em obra anterior (i).

O Código Civil de 2002 retrata a igualdade:

‘Art. 1.568. Os cônjuges são obrigados a concorrer, na proporção de seus bens e dos rendimentos do trabalho, para o sustento da família e a educação dos filhos, qualquer que seja o regime patrimonial’.

Não resta dúvida de que a Mulher, somente como

Administradora do lar,

ou, também, como

empreendedora,

participa efetivamente das decisões relevantes em relação à família.

Nisso precisa se incluir a atenção à atividade do Homem (seu).

Verifica-se que tendo estado ausente dessa incumbência, carece de melhor observação para tal tarefa.

Não por falta de bom senso e, sim, por não

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(i) Meu Sócio, Meu Amigo – Como

Evitar Atritos Societários – 2000

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se ter dado conta de que está apta para preciosa colaboração ao

Homem (seu).

O Homem em seus sucessos sempre homenageia a Mulher,

o que comprova tê-la como musa inspiradora.

Basta atentar para a manifestação após a marcação de gol por jogadores de futebol. Correm à câmera de tevê, enviando acenos, beijos e desenhando corações no ar!

O jogador de futebol Cafu criou esse padrão quando a seleção brasileira venceu mais um campeonato mundial:

o Penta, Vitória do Homem.

- Mais um êxito da Mulher -

A empreitada de se tornar efetiva acompanhante do Homem empresário, talvez num primeiro momento,

afigure-se para a Mulher como uma tarefa impertinente ou cansativa, especialmente para a militante em afazeres duplos.

Ocorre que ela possui as características mais apropriadas

para resolução dos entraves familiares,

às vezes decorrentes do trabalho do pai e que causam distanciamento com os filhos.

A proposta deste livro é fornecer elementos para que a Mulher possa agir nesse sentido, evidentemente com a colaboração e entendimento do Homem (seu).

Como corolário surgirá uma promissora

união entre cônjuges e filhos.

A minha proposição, no sentido de que você, Mulher, pode cooperar com o Homem (seu), tem como premissa que ele aceite o apoio e, ao mesmo tempo, a auxilie em suas necessidades, amparando-a em suas atribuições.

É, portanto, um jogo duplo.

O cuidado mútuo pressupõe obra do amor. No momento, dirijo-me à Mulher, pela essência das razões formuladas neste livro.

Desnudar a alma feminina para os homens é obra para outra oportunidade.

Aí, a tarefa será um tanto mais árdua!

E certamente fora do meu alcance!


(*) Trecho parcial do livro:

“MULHER PODEROSA. COMO AJUDAR

TAMBÉM NO SUCESSO

DA EMPRESA DO HOMEM (SEU)”,

que um dia talvez venha a ser publicado.

Nívio Terra, o Autor

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