SOCIEDADE PARA SEMPRE – CONVIVÊNCIA ENTRE OS SÓCIOS – Nívio Terra (*) - 2

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A Sociedade de Negócio – Convivência entre os sócios.

 

 

 

Dou continuidade à nova série de estudos societários visando prevenir o desenlace de Sociedades de Negócios ou de Serviços, em razão de divergências pessoais. O primeiro artigo

SOCIEDADE PARA SEMPRE - PRINCÍPIOS

poderá ser lido através do link

SOCIEDADE PARA SEMPRE - PRINCÍPIOS - Nívio Terra (*) - 1

Neste Portal sempre procurei demonstrar a vantagem da boa convivência entre os sócios para a prosperidade do negócio e das pessoas envolvidas.

Os empreendedores, porém, nem sempre se apercebem que certos hábitos praticados na sua atividade normal podem acarretar obstáculos para a continuidade da organização.

Neste momento trago à mostra duas atitudes para reflexão dos leitores.

 

A - NA FORMAÇÃO DA SOCIEDADE seus componentes devem se aprofundar na análise da contribuição de cada qual, seja de trabalho ou de capital.

É necessária a junção da emoção com a razão. Debater as tarefas de cada qual, cogitar das surpresas que o mercado apronta. Pensar no produto e no cliente. Cogitar de que forma resolver e se poderão contribuir com esses insumos pessoais.

Qual será o esforço maior que cada futuro sócio terá a possibilidade de agregar ao negócio.

Isso deve ocorrer desde os primeiros contatos mantidos pelos interessados na formação da empresa. É no início que cada parte deve estabelecer os seus limites de atuação perante o outro, para que ambos verifiquem se poderão levar avante o empreendimento.

No decorrer das exposições que irei fazer, voltarei especificamente às várias questões que os futuros associados precisam deslindar para o futuro do empreendimento, sem desgastes individuais.

B - O LÍDER MAIOR – sempre deve haver um – procurará dar muita atenção para seus sócios. Afinal ele não é o máximo!

O líder nem sempre é o que contribui com volume maior no capital social. Mas é necessário que haja um sócio mais arrojado e outro um tanto conservador. Essa mescla é que traz o equilíbrio nas decisões.

Na redação do meu livro Meu Sócio - Meu Amigo - Como Evitar Atritos Societários chamei a atenção do sistema de trabalho de componentes da Empresa, mostrando que há sempre dois tipos de personalidades, a quem dei os nomes de porra louca e vassourinha. Esse assunto merecerá mais estudos, mas quem quiser poderá se socorrer do que já lancei no citado livro, cujos Temas estão na seção E-Book deste Portal, sob títulos

Vocação Individual do Sócio e Individualidade e Coletividade da Atuação dos Sócios, acessíveis pelos links

Meu Sócio, Meu Amigo - Como Evitar Atritos Societários - 9 - Vocação Individual do Sócio

e

Meu Sócio, Meu Amigo - Como Evitar Atritos Societários - 10 - Individualidade e Coletividade da Atuação dos Sócios

Uma das minhas conclusões é que uma empresa formada SOMENTE por

sócios “porra louca” “quebra” pelos seus desatinos e, também aquela constituída por sócios “vassourinha” não consegue levar adiante os fundamentos do negócio e, portanto, seu destino é, inexoravelmente, a “quebra”.

Então, os associados devem estabelecer as condições para um equilíbrio de suas ações e deixarem lançadas as bases para uma conciliação de atitudes

no trabalho.

Outras reflexões para um belo futuro da Sociedade apresentarei futuramente.

(*) Nívio Terra (81) – Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais.

Autor do livro

Meu Sócio, Meu Amigo – Como Evitar Atritos Societários.

Organizador do Portal do Sócio e da Sociedade.

www.portaldosocioedasociedade.com.br

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