SOCIEDADE PARA SEMPRE - PRINCÍPIOS - Nívio Terra (*) - 1

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Sócios para sempre - Princípios - Orientação destes estudos.

Resolvi iniciar, a partir de janeiro de 2015, uma nova série de estudos visando transmitir conselhos técnicos aos sócios, no sentido de prevenir o desenlace de Sociedades de Negócios ou de Serviços, em razão de divergências pessoais.

Explico: Instituições de grande respeito público, tal como o SEBRAE, Associações Comerciais e outras, costumam publicar dados de suas pesquisas informando que poucas empresas conseguem completar sequer 1 (um) ano de atividade ou se dissolvem nos primeiros anos de vida, informando que isso ocorre por desacordos entre seus participantes. As razões das dissenções são as mais variadas, embora ressaltem as provenientes de dificuldades financeiras.

Ouso até dizer que as pesquisas talvez não reflitam a realidade, visto que nem sempre os distratos são levados a registro público por força das exigências fiscais.

No conceito público, quando alguém busca um sócio é reprimido, de pronto, por seus amigos que quase sempre têm um exemplo de mau resultado de uma sociedade (chi, você tá louco!).

Na minha atividade profissional tive a oportunidade de orientar a constituição de sociedades dos mais variados tipos e finalidades, quando costumava lembrar do pressuposto que a Empresa, de dois ou mais componentes, é conveniente, no mínimo, por dois motivos:

1) serve para o sócio poder tirar férias com seu cônjuge, evitando

queixumes deste, e

2) serve para o sócio "ter o direito de se cuidar", em caso de doença.

Talvez estes lembretes sejam levados à conta de "gozação" e não mereçam consideração, mas o leitor poderá fazer sua pesquisa pessoal e verificarão que é uma "verdade" no mercado.

Mas, na realidade, claro, a formação da Sociedade é de muita valia para o empresário, por muitas razões, entre as quais saliento:

  1. – dividir responsabilidades, conhecimentos e trabalho;

  2. – ajudar na solução de questões do negócio; e

  3. – somar capitais com bens, inclusive financeiros.

Muitas outras razões podem ser adicionadas, segundo a necessidade de cada titular.

Como salientei acima, conduzi profissionalmente a produção de variadas Sociedades; além de preparar os respectivos contratos, com suas cláusulas JURÍDICAS, geralmente utilizadas, mas, também, com cláusulas específicas a cada situação. Além disso, talvez, algumas vezes, considerado em tom jocoso, dizia para meus clientes, que nos honorários ajustados, além da orientação técnica cabia a aplicação da “cláusula N”, explicando que se tratava de uma “reunião com a presença de TODOS os sócios, na qual eu explicava o que era uma

“SOCIEDADE NO SENTIDO SOCIOLÓGICO”!

Naquelas oportunidades, mostrava aos associados os cuidados que precisavam ter para manterem uma convivência apropriada visando a união de todos na Sociedade.

Os estudos que irei produzir para publicação no Portal do Sócio e da Sociedade terão o sentido de evitar a desunião que acarreta prejuízos lamentáveis aos associados e, em muitas oportunidades, ferem o interesse público e até podem levar vexames para terceiros que negociaram com a empresa.

Então, é essa proposição que estou formulando aos caros leitores do Portal, e que irei cumprir em favor de “SÓCIOS” interessados em CRIAR, DESENVOLVER OU EVOLUIR COM SUA SOCIEDADE.

Aguardem!!!

(*) Nívio Terra (81) – Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais.

Autor do livro

Meu Sócio, Meu Amigo – Como Evitar Atritos Societários.

Organizador do Portal do Sócio e da Sociedade.

www.portaldosocioedasociedade.com.br

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