A MULHER PODEROSA – A EMPRESA DO HOMEM (seu) – SOLIDÃO – Por Nívio Terra (*)

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SOLIDÃO.


Creio que você, leitora, já ouviu falar em ciclotimia, que Houaiss define por períodos de


excitação, euforia ou hiperatividade,

que alternam com momentos de depressão, tristeza ou

inatividade, e que, normalmente, não configura traços psicóticos’.

O empresário é o exemplo clássico do indivíduo ciclotímico,

não podendo se cogitar de outra forma, eis que a economia no país segue esse ritmo

alternativo de altos e baixos.

Quando estes últimos

períodos – baixos – suplantam os primeiros – altos,

advêm as catástrofes financeiras.

Continuo a descrição, assim como segue o empresário em sua escalada piramidal.

De repente, ao atingir o estágio mais elevado da vida profissional, olha para baixo e sente a

vertigem da sua responsabilidade!

Ao mesmo tempo, aumentam as cobranças para tomada de providências. Vindas de seus

familiares, de seus clientes, de seus empregados e até mesmo de seus sócios ou demais

dirigentes.

Enfim, de todo o ambiente que o cerca.

E ele se sente solitário nas suas vicissitudes. Não é fácil estar no alto da pirâmide,

aguardando uma eventual queda

Ocorre o mesmo, seja empresário dono ou empresário executivo.

Afinal, é um líder e parece que todos se esquecem que ali está um ser humano,

necessitando - por que não? - de um afago, de um carinho, de um elogio, ou mesmo de


incentivo - nem que seja como

testemunho de que merece algum reconhecimento.

Como líder, deve ser um forte, sem direito de fraquejar.

E, lá do alto da sua pirâmide, cercado de exigências empresariais, familiares e sociais, vai

 

se atormentando

até que comecem a surgir dúvidas ou descrenças, que vai dividir com seu espelho, mudo e

 

perverso, refletindo as rugas do seu rosto, mas nunca os anseios da sua alma, nem

 

trazendo o conforto da solução para suas inquietações.

Mesmo porque, como suspirou um empresário, em coluna do SEBRAE – Serviço Brasileiro

de Apoio às Micros e Pequenas Empresas, publicada em jornal de São Paulo:

‘quando você se abre, acaba abrindo-se também para pessoas que o agridem, Então, a

 

gente acaba optando por um

relacionamento mais seco’.

Eis, então o

empresário solitário,

que acha não ter alguém, sem maior envolvimento com a empresa, com quem falar,

dialogar, com quem possa debater suas ansiedades.

E que pensa não poder se abrir, com receio de cair no ridículo, ou se expor publicamente,

por eventual ou simples erro.

Esse comportamento de indivíduos inteligentes e produtivos, mas secretamente

 

desejosos, no seu íntimo,

de receberem um aconchego,

talvez um reconhecimento particular,

tenho acompanhado de perto como Consultor Pessoal.

Nesse sentido, proponho que você, Mulher, entenda e colabore com as subjetivas

aspirações do Homem (seu), que nunca as revelará espontaneamente, sugerindo tal

atitude como

O DESAFIO FEMININO.

(*) Trecho parcial do livro:

“MULHER PODEROSA.

COMO AJUDAR

TAMBÉM

NO SUCESSO DA EMPRESA DO

HOMEM (seu)

(N.A.: que um dia talvez venha

a ser publicado)

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