ECM (Enterprise Content Management) – Por Roberto Carlos do Val (*)

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Vem aí o ECCM!

O conceito de gerenciamento de conteúdo corporativo, ou ECM (Enterprise Content Management), embora não seja muito popular, também não é novo. Ele vem evoluindo, lenta e gradualmente, nos últimos dez anos. Um dos sinais desta evolução é uma ramificação dele, o ECCM (Enterprise Clinical Content Management), agora com foco específico no gerenciamento de informações clínicas, que não surgiu do nada.


Vem aí o ECCM!


O conceito de gerenciamento de conteúdo corporativo, ou ECM (Enterprise Content Management), embora não seja muito popular, também não é novo. Ele vem evoluindo, lenta e gradualmente, nos últimos dez anos. Um dos sinais desta evolução é uma ramificação dele, o ECCM (Enterprise Clinical Content Management), agora com foco específico no gerenciamento de informações clínicas, que não surgiu do nada.

O ECM começou pelos sistemas de gerenciamento de documentos departamentais, cujo foco era a transformação dos documentos físicos em documentos digitais, principalmente nas áreas de contas a pagar e recursos humanos. O passo seguinte foi a conquista de outras áreas nas empresas, geralmente onde o papel, documentos eletrônicos e processos existiam em abundância.

Na área de saúde, essa expansão atingiu em cheio o ciclo de receitas, o gerenciamento de informações de saúde, o acesso do paciente a estas informações e a criação de espaços de administração de pacientes. Neste momento o ECM começou a se tornar crítico, e relevante, para o atendimento dos pacientes, mas não parou aí.

À medida que as informações de pacientes armazenadas nos sistemas de ECM foram integradas aos registros médicos eletrônicos – isso por meio de links criados em mensagens HL7 – elas ganharam ainda mais valor. Curiosamente, esta é uma área em que os fornecedores de soluções para registros médicos eletrônicos não se saem bem.

Por enquanto, eles têm mantido seu foco na captura de informações de prescrição e notas geradas pelos médicos, encomendas e apoio à decisão clínica e cuidados. Isso significa que os sistemas ECM estão posicionados com mecanismos de apoio da EMR, projetados para gerenciar documentos externos e documentos em papel e torná-los disponíveis para EMR.

Mas a evolução não para. O avanço mais recente dos sistemas ECM na área da saúde tem sido a capacidade de administrar novas formas de conteúdo não estruturados que existem fora do EMR. Aqui estamos diante de uma mudança de paradigma, já que falamos de consolidar a informação dos pacientes em uma nova arquitetura de imagens clinicas, e aqui chegamos ao sistema de gerenciamento de conteúdo clínico (ECCM).

Essa nova arquitetura torna-se necessária no momento em que até 80% das informações dos pacientes são encontradas fora dos registros médicos eletrônicos. Agora o conteúdo está sendo gerado em toda parte - sistemas PACS, dispositivos clínicos, câmeras digitais e muito mais. Este novo pensamento começou anos atrás com o conceito de um fornecedor de arquivo neutro (VNA).

No entanto, uma solução VNA sozinha não pode resolver os desafios de captura e de fluxo de trabalho em todos os departamentos e fontes de dados. É a combinação do VNA com a tecnologia de ECM tradicional que cria um sistema de ECCM que atenda às necessidades de conteúdo de uma organização inteira - clínicas, financeiras e operacionais. Esta combinação conta com os pontos fortes dos dois sistemas para capturar, gerenciar e acessar todas as formas de conteúdo, incluindo documentos digitalizados, fax, documentos eletrônicos, fotografias digitais e imagens clínicas.

Com os novos sistemas ECCM, as organizações agora podem contar com arquivos centralizados e ter a flexibilidade para mudar as infraestruturas de armazenamento sem problemas, seja com uma abordagem tradicional ou no modelo de nuvem híbrida ou puro. O fato é que, ao gerir seu conteúdo com uma solução ECCM, as organizações tomam posse de suas informações e podem optar por alterar os aplicativos de conteúdo de acordo com suas necessidades, sem se preocupar com migrações caras e dolorosas.

A propriedade dos dados é a chave para a interoperabilidade e conectividade entre os sistemas e, quando o conteúdo é gerenciado através do ECCM, a organização pode perfeitamente compartilhar dados entre diversos fontes e mesmo combina-las. Isto não só ajuda na otimização dos registros eletrônicos, mas também fornece uma estrutura flexível para se adaptar às exigências de compartilhamento de dados com outras organizações de saúde, entidades de seguros e, finalmente, o paciente.

No Brasil ainda pouco tem se discutido acerca dos recursos do VNA e, agora, das tecnologias ECCM. Seja nos serviços públicos como nos serviços privados, as informações tendem a ser mais do paciente do que da instituição. Neste aspecto o gerenciamento dessas informações traz muitos ganhos, possibilitando a exibição de todo o conjunto de histórico e conteúdo dos exames (imagem / laboratorial / documentação), reduzindo os custos com repetições desnecessárias e permitindo ao profissional médico uma análise 360 graus do paciente.

É O FUTURO, E NÓS JÁ ESTAMOS LÁ!

*Roberto Carlos do Val, BDM (Business Developmend Manager) especialista na área de saúde da Tecnoset

Divulgação: Soraya Simón

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