EXECUTIVO BRASILEIRO (III) - Em três análises

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(Continuação e final)

Executivo brasileiro (III) – Apoio

 

              Nos Estados Unidos, sede mundial dos estudiosos da administração empresarial, já foi apurada a necessidade de maior apoio ao CEO (Chief Executive Officer), a quem conceituam como sendo a "pessoa mais solitária no mundo" ("the loneliest people in the world"), descabendo, portanto, a  desgastante crítica mordaz.

 

              E, ao tempo em que foi constatada a deficiência, estudiosos partiram para a sua correção, criando no início dos anos ‘90, a atividade do "Business Coaching", que verti para nosso país sob a denominação de Consultoria de Negócios, exercida através do "Executive Coacher" que passei a chamar por Consultor Pessoal de Empresário.

             

              A psicóloga americana, Mrs. Cunninghan, em 1991, definiu  "the role as a person who understands the complex politics of today’s corporation and is sensitive to the impact that one person's behavior can have on others. The effective executive coach works one-on-one with emerging managers to do what no canned course will ever accomplish - increase a person's ability to lead with his (or her) current business environment".

(em tradução livre: "a função como sendo a de uma pessoa que compreende a complexa atuação da empresa moderna e é sensível ao impacto que o comportamento de uma pessoa pode causar aos outros. O eficiente consultor pessoal do executivo trabalha, individualmente, com diretores emergentes para fazer o que nenhum curso regular completará com bom êxito - aumentar a habilidade da pessoa para orientar seu atual ambiente de trabalho").

 

              Vê-se, portanto, que as eventuais dificuldades no trato de sua atividade profissional não é  característica do executivo brasileiro, donde não ser razoável a propagação de genéricos conceitos desairosos contra sua pessoa. Para obter resultados compensadores do seu contratado profissional, bastará o empreendedor ofertar-lhe condições normais de trabalho, cuidando, como conhecedor de sua empresa, para que haja perfeita equação entre a capacidade do técnico e a atividade a ser exercida.

             

              Isto é o que chamo de respeito profissional.

 

              Desta receita resultará, com certeza, uma empresa bem administrada.

 

Nívio Terra

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Nívio Terra - Advogado de Negócios e Consultor Pessoal
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