Meu Sócio, Meu Amigo - Como Evitar Atritos Societários - 10 - Individualidade e Coletividade da Atuação dos Sócios

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INDIVIDUALIDADE E
COLETIVIDADE DA ATUAÇÃO DOS SÓCIOS

Defendi, linhas atrás, a orientação de que uma parte da sociedade deve ter em seu quadro principal uma pessoa criativa e de grande força impulsiva, que adjetivei de porra louca, buscando negócios, de uma forma geral.

Já a outra parte – o vassourinha – deve cuidar da organização do trabalho, dos eventuais excessos de seu companheiro de empreitada, controlando as despesas, planejando a execução dos serviços.

A terminologia é propositadamente de impacto, reitero, sem necessidade de repetidas explicações, por serem claras por si só.

Mas, para quem possa ter alguma dúvida, lembro que é o agrupamento de forças diversas que alavanca os negócios societários.

Já me indagaram se seria o caso de aplicação ao homem de venda – ou seja, àquele que cuida da área comercial – o conceito de porra louca, enquanto que o administrativo ou o financeiro, seria o vassourinha.

Não são exatamente as distinções que utilizo; os conceitos cabem a todos os sócios, não importando as áreas de atuação.

As adjetivações se referem mais às atividades que devam ser produzidas no seu devido tempo. Exemplifico: o sócio afeito à criação de negócios, precisa ser vibrante e nos atos correspondentes ter grande força impulsiva, já que venda é pura emoção, aplicável no momento próprio.

Mas, ao mesmo tempo, necessita ser planejador nos atos paralelos antecedentes ou subsequentes, usando da razão.

Por outro lado, o administrativo, enquanto metodiza o trabalho de toda a empresa, precisa estar atento à sistemática moderna de equipamentos, olhando e planejando atividades anos à frente e não se apegando aos métodos antigos, especialmente por mero comodismo.

O financeiro terá de acompanhar o que de mais atual se passa em seu setor, de como alavancar recursos financeiros da forma mais econômica e útil.

Assim, todos os sócios deverão ter a dupla característica de arrojo e de cautela, mas, é lógico, sem se afastarem de suas aptidões próprias.

O importante é todos terem em mente que não é a sua função pessoal, exclusiva, que faz a empresa crescer. Ao contrário, somente a união de esforços alavanca com sucesso os negócios.

Creio estar demonstrando aqui mais uma premissa da conveniência da sociedade. Um associado menos capacitado a determinadas funções se socorre do companheiro.

Daí nasce e cresce um bloco monolítico sempre pronto a derrubar barreiras.

A dicotomia de talentos forjados, qual uma lança, torna a empresa mais aguerrida e pronta para as lutas do mercado, infiltrando-se pela concorrência adentro.

O que vale é a união com percepções diversas, que trará o sucesso. Corpo e alma numa simbiose perfeita pronta para o lucro.

RESUMO DO TEMA

INDIVIDUALIDADE E COLETIVIDADE DA ATUAÇÃO DOS SÓCIOS

Todos os sócios precisam ser arrojados e, ao mesmo tempo, comedidos, 
em seus afazeres

Mas cada qual deve utilizar sua especialidade com maior fervor

A somatória de percepções diversas conduz ao sucesso

Corpo e alma numa simbiose perfeita pronta para o lucro

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Próxima edição:

Meu Sócio, Meu Amigo - Como Evitar Atritos Societários - 11 - 11/01/2012

- Individualidade e Coletividade da Atuação dos Sócios

Período de publicação: a partir de 11 de janeiro de 2012

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Nívio Terra - Advogado de Negócios e Consultor Pessoal
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