Coaching - O círculo vicioso - Geraldo Leal de Moraes (*)

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Categoria: Coaching

   

Quando estamos presos a um círculo vicioso que nos circunscreve por hábitos, procedimentos, posturas e verdades aceitas como imutáveis, há sempre a sensação de desconforto e mal estar que pode nos levar a desacreditar de nossos valores ou a desistir de ser agente de mudanças e passamos a não fazer nada, ou seja, ficar dependentes, indiferentes, omissos, visando apenas à sobrevivência precária.

Nestes primeiros dias de janeiro de 2013, li o livro “A menina que roubava livros”, de Markus Zusac, o cenário é a Rua Himmel, na área pobre de Molching na Alemanha e a história se passa entre 1939 a 1943.

A vida dos cidadãos de uma pequena cidade se transforma debaixo da pressão nazista.

O desconforto, medo e sensação de impotência são terríveis quando nos colocamos na pele dos personagens e conversamos com a morte.

Este é um livro que recomendo, ele no mínimo abre nossa percepção da realidade externa e estende nosso nível de consciência interior. Vemos as pessoas como são e devem ser respeitadas.

Em quantas regiões aqui no nosso país as pessoas vivem ainda a impotência diante a um velho coronelismo, talvez o Maranhão seja um destes círculos viciosos.

Em quantas cidades ou bairros de periferia se vivem o mundo do silêncio imposto pelos traficantes de plantão que tolhem todos os hábitos do lugar.

Creio que isto possa estar acontecendo também em organizações onde procedimentos, posturas, verdades são impostas de cima para baixo, onde o processo de consciência, individualidade, criatividade e habilidades das pessoas não possam ser exercidas independentemente do bom senso e dos resultados mercadológicos, comerciais e financeiros. 

Em todas estas situações cabe o ônus e o prejuízo aos atores que vivenciam as regras impostas as suas personalidades ou as suas cidades ou as suas empresas, estabelecidas até por estatutos ou leis que prevêem isto. É legal, mas imoral.

Quando há algo de positivo, o crédito é do autocrata, ditador ou “dono do negócio”.

Estamos felizmente no processo de transformação e de evolução

da humanidade, dos povos, dos mercados, e das empresas.

Há esperança, e estes círculos viciosos serão substituídos por círculos virtuosos.

Os novos hábitos podem ser sempre criados sepultando os velhos no passado, através de um esforço contínuo e compartilhando de parcerias reais.

Nossas posturas podem ser abertas e proativas através de uma atitude transparente e honesta que possa encontrar reciprocidade e harmonia e se desvencilhar das amarras que nos tolhem.

Nossa participação pode ser interativa e construtiva na relação ganha x ganha.

E nestes momentos devemos ouvir os amigos de verdade, os consultores e advogados profissionais e ter a coragem de mudar e quebrar os vários círculos viciosos que nos atam ao conformismo, medo e indiferença.

A vida é construída no aqui e agora e não há verdades absolutas dos outros e nem nossas tudo deve ser avaliado, repensado e transformado.

Quem sabe estas reflexões possam te ajudar a identificar as coisas que te incomodam e servir de estímulo a novas atitudes?

NÃO É FÁCIL SAIR DAS ARMADILHAS EM QUE NOS DEIXAMOS SER PEGOS.

 

(*) Geraldo Leal de Moraes

Consultor para Soluções Estratégicas nos Negócios

e Capacitação para Gestores

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